Uma criança que tinha sonhos; sonhos de um futuro melhor e ser alguém na vida. Sonhos retirados por um tiro certeiro de fuzil. O menino piauiense Eduardo de Jesus teve seu cérebro dilacerado por um tiro de fuzil em um tiroteio entre traficantes e o Batalhão de Choque da PM em conflito no Morro do Alemão. Ainda não se tem certeza de onde partiu o tiro, mas independente e quem tenha sido, foi um ato contínuo e covarde. Ninguém tem o direito de ceifar a vida de uma criança de 10 anos, ainda mais que estava em frente a sua casa. Infelizmente a polícia militar do Rio, bem como as polícias do Brasil como um todo não estão devidamente preparadas para atuação em situações de conflito, ainda mais em grandes aglomerações. O assassinato de uma advogada na Tijuca, no dia seguinte, teve a participação de um inspetor da polícia civil no tiroteio. Ou seja, a polícia primeiro mata e depois pergunta. É preciso ainda se ter certeza de que foi o policial, mas seja como for, o problema do tráfico não está nos traficantes dos morros e sim quem os comanda que mora em prédios de luxo da Zona Sul carioca.
sábado, 4 de abril de 2015
O Menino Eduardo de Jesus Brutalmente Assassinado no Morro do Alemão
Uma criança que tinha sonhos; sonhos de um futuro melhor e ser alguém na vida. Sonhos retirados por um tiro certeiro de fuzil. O menino piauiense Eduardo de Jesus teve seu cérebro dilacerado por um tiro de fuzil em um tiroteio entre traficantes e o Batalhão de Choque da PM em conflito no Morro do Alemão. Ainda não se tem certeza de onde partiu o tiro, mas independente e quem tenha sido, foi um ato contínuo e covarde. Ninguém tem o direito de ceifar a vida de uma criança de 10 anos, ainda mais que estava em frente a sua casa. Infelizmente a polícia militar do Rio, bem como as polícias do Brasil como um todo não estão devidamente preparadas para atuação em situações de conflito, ainda mais em grandes aglomerações. O assassinato de uma advogada na Tijuca, no dia seguinte, teve a participação de um inspetor da polícia civil no tiroteio. Ou seja, a polícia primeiro mata e depois pergunta. É preciso ainda se ter certeza de que foi o policial, mas seja como for, o problema do tráfico não está nos traficantes dos morros e sim quem os comanda que mora em prédios de luxo da Zona Sul carioca.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário