
O caso da italiana Eulana Englaro, morta ontem, após 17 anos em coma provocou um debate nacional na Itália e no mundo sobre a decisão do pai pela Eutanásia. O autor deste blog, até pela experiência pessoal que teve com isso, aponta que o italiano agiu certo. Por que manter uma pessoa viva, se sabemos que ela viverá como uma planta, não podendo curtir a vida, não podendo perceber o mundo que a cerca ? Isso não é viver. A experiência supracitada se refere à minha tia que teve um AVC em 1993 e os médicos comunicaram à gente que ela, caso sobrevivesse, ficaria paraplégica, não poderia mais falar e possivelmente nem perceber as coisas. Aí vem a pergunta: vale a pena manter uma pessoa que não conseguirá levar uma vida normal viva ? Essa é a questão, a Eutanásia não é um assassinato e sim uma decisão sensata, mas dificil, de abrir mão da vida de uma pessoa querida, mas também manter alguém dependente de outrem é extremamente complicado.
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