Os jogos olímpicos Rio 2016 já estão a atingir sua fase derradeira, e com isso algumas medalhas estão a vir para o Brasil, colocando-o atualmente entre os 15 primeiros colocados no quadro de medalhas. Do primeiro post para cá, ainda estavam a ocorrer o desfile de Michael Phelps em nossas piscinas e ainda estávamos apenas com uma medalha de ouro, de Rafaela Silva. Com o passar dos dias, conquistamos mais três ouros e podemos chegar quem sabe a mais dois, com o futebol e o vôlei de praia.
Nesses dias, muita coisa ocorreu; a eliminação do basquete mascuino, bem como a do vôlei feminino, o desfile do Usain Bolt, faturando o tricampeonato nos 100m rasos, a medalha de ouro de Thiago Braz no salto com vara. Ou seja, para o Brasil, algumas vitórias surpreendentes e eliminações doídas.
Para começar, a do basquete masculino. Depois da derrota ante a Argentina, em que ficou duas vezes a frente e ganhar a partida, era questão de tempo a eliminação. E ela veio com requintes de crueldade, em uma surra da Espanha contra a Argentina, com uma vantagem de 30 pontos. Conforme debatido, a verdade é que aparentemente falta comando no basquete brasileiro. O basquete feminino perdeu todas as partidas. Inclusive no basquete feminino, há uma precariedade enorme na estrutura de base no esporte, onde há anos não surge uma grande revelação. No basquete masculino, tivemos uma geração, que embora tenha tido grandes talentos que jogam na NBA, estes não se revelaram jogadores decisivos na seleção. É hora de se reestruturar o nosso basquete.
Outra derrota que não foi surpreendente, mas que foi profundamente dolorida, tendo em vista que o emocional desmoronou ao longo do jogo, foi a da seleção de vôlei feminino que depois de uma primeira fase impecável, sem perder um único set, foi eliminada pela seleção da China, que se chegar à final, poderá se sagrar tricampeã olímpica, tal como Cuba. É uma camisa de respeito e poucos talvez soubessem disso. Mas com uma baita ex-atacante no banco técnico, Lang Ping, a China teve atuação irrepreensível e nos derrotou. Faltou equilíbrio emocional à nossa seleção.
Quanto às demais medalhas obtidas, merecem destaque: a de Thiago Braz que, em uma estratégia precisa, saltou 6,03 m , encurralou o campeão mundial Renaud Lavillenie e levou o ouro. Até Marte, o francês reclamará da vara, que não sentou nela. Pode resmungar até no túmulo mais adiante Lavillenie, mas Thiago Braz é ouro. A terceira veio com um baiano bom de briga. Após derrotar o campeão mundial, o cubano Lazaro Álvarez, favorito ao ouro, Robson Conceição dominou inteiramente o lutador francês e levou o ouro. A última foi hoje. Em uma briga intensa, após muitas alternâncias de posições com as equipes da Nova Zelânida e da Dinamarca, Martine Grael e Kahena Kunze levaram o ouro. Foi uma regata emocionante. Merecem destaque também, as medalhas de prata de Isaquias Queiroz na canoagem, um esporte quase desconhecido no Brasil e da dupla Ágatha e Bárbara que perderam para a dupla alemã. Nessa final, não tinha como parar as alemãs. Jogaram muito, sem dar chance alguma à dupla brasileira.
O futebol conseguiu chegar a uma final por um lado e bateu na trave no outro. A seleção feminina do Brasil dominou inteiramente a partida nos 120 minutos; mas faltou a bola entrar. A Suécia foi competente em sua proposta: defender-se e jogar nos contra-ataques ou levar a partida para os pênaltis. Atingiu seu objetivo. Quanto a Neymar e cia, aos 14 segundos o Brasil fez 1 a 0. Ou seja, em 14 segundos, desmorona-se um time quando este se propõe a um esquema defensivo a fim de virar o jogo. Honduras tomou um gol cedo, se abriu e aí abriu-se o parquinho. Três gols no primeiro tempo e três no segundo. Em que pese a fragilidade do time hondurenho, não se pode tirar os méritos do time de Micale. Tivemos boas jogadas, dois gols de categoria de Gabriel Jesus; houve momentos de bom futebol. E agora, a perigosa Alemanha. Vamos que vamos para tentar o tão sonhado ouro.
A dupla de vôlei Alisson Cerutti e Bruno Schimitt tiveram um jogo duro contra uma dupla holandesa, mas tiveram calma e inteligência e derrotaram-na por 2 a 1. Daqui a pouco lutarão pelo ouro contra a Itália. Vão com fé Alisson e Bruno.
Basicamente, o meio das competições foi isso. Com destaque para o raio Usain Bolt, tricampeão dos 100m rasos. Tal como Phelps, outro destaque olímpico.
Outra derrota que não foi surpreendente, mas que foi profundamente dolorida, tendo em vista que o emocional desmoronou ao longo do jogo, foi a da seleção de vôlei feminino que depois de uma primeira fase impecável, sem perder um único set, foi eliminada pela seleção da China, que se chegar à final, poderá se sagrar tricampeã olímpica, tal como Cuba. É uma camisa de respeito e poucos talvez soubessem disso. Mas com uma baita ex-atacante no banco técnico, Lang Ping, a China teve atuação irrepreensível e nos derrotou. Faltou equilíbrio emocional à nossa seleção.
Quanto às demais medalhas obtidas, merecem destaque: a de Thiago Braz que, em uma estratégia precisa, saltou 6,03 m , encurralou o campeão mundial Renaud Lavillenie e levou o ouro. Até Marte, o francês reclamará da vara, que não sentou nela. Pode resmungar até no túmulo mais adiante Lavillenie, mas Thiago Braz é ouro. A terceira veio com um baiano bom de briga. Após derrotar o campeão mundial, o cubano Lazaro Álvarez, favorito ao ouro, Robson Conceição dominou inteiramente o lutador francês e levou o ouro. A última foi hoje. Em uma briga intensa, após muitas alternâncias de posições com as equipes da Nova Zelânida e da Dinamarca, Martine Grael e Kahena Kunze levaram o ouro. Foi uma regata emocionante. Merecem destaque também, as medalhas de prata de Isaquias Queiroz na canoagem, um esporte quase desconhecido no Brasil e da dupla Ágatha e Bárbara que perderam para a dupla alemã. Nessa final, não tinha como parar as alemãs. Jogaram muito, sem dar chance alguma à dupla brasileira.
O futebol conseguiu chegar a uma final por um lado e bateu na trave no outro. A seleção feminina do Brasil dominou inteiramente a partida nos 120 minutos; mas faltou a bola entrar. A Suécia foi competente em sua proposta: defender-se e jogar nos contra-ataques ou levar a partida para os pênaltis. Atingiu seu objetivo. Quanto a Neymar e cia, aos 14 segundos o Brasil fez 1 a 0. Ou seja, em 14 segundos, desmorona-se um time quando este se propõe a um esquema defensivo a fim de virar o jogo. Honduras tomou um gol cedo, se abriu e aí abriu-se o parquinho. Três gols no primeiro tempo e três no segundo. Em que pese a fragilidade do time hondurenho, não se pode tirar os méritos do time de Micale. Tivemos boas jogadas, dois gols de categoria de Gabriel Jesus; houve momentos de bom futebol. E agora, a perigosa Alemanha. Vamos que vamos para tentar o tão sonhado ouro.
A dupla de vôlei Alisson Cerutti e Bruno Schimitt tiveram um jogo duro contra uma dupla holandesa, mas tiveram calma e inteligência e derrotaram-na por 2 a 1. Daqui a pouco lutarão pelo ouro contra a Itália. Vão com fé Alisson e Bruno.
Basicamente, o meio das competições foi isso. Com destaque para o raio Usain Bolt, tricampeão dos 100m rasos. Tal como Phelps, outro destaque olímpico.



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